Alguns esboços e ilustrações -parte 2

Não sou desenhista profissional, mas faço alguns esboços, tanto numa velha agenda, daquelas que as empresas oferecem como brinde, quanto num sketchbook mais apropriado (um moleskine genérico).

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“O mamute pequenino queria esquecer/ aquela música irritante que ouviu na TV…”

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Clube da Máscara e da Cauda Listrada.

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Felix e Doraemon, sempre preparados.

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Alguns esboços e ilustrações

Bichano bom de bola

O VeloTroll

Faltou esse bicho na campanha da Parmalat.

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Chavões da literatura atual que me incomodam.

Somente nos best-sellers de nossos dias (como nos livros do Dan Brown e da J.K. Rowling) as pessoas “franzem o cenho” e “giram nos calcanhares”. Estas expressões são usadas e reusadas até enjoar e não são nada naturais para descrever as ações dos personagens.

Eu não empregaria estas locuções. No meu livro as pessoas vão “fechar a cara” em vez de  “franzir o cenho” e “dar meia-volta”em vez de “girar nos calcanhares”. Bem, posso abrir uma exceção para esta última.

As pessoas “girariam nos calcanhares”  se, e somente se isso for feito de maneira literal, usando o calcanhar como ponto de apoio no solo e girando-se o corpo em torno do próprio eixo, com a sola do pé levantada. Veja abaixo:

Isso é girar nos calcanhares.

 

 

*Ilustração de Samuel Fonseca.

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Sobre a representação geográfica nos games

Fico feliz em ver que Max Payne 3, o game  de tiro da produtora Rockstar que vai sair em maio deste ano, será ambientado em São Paulo. Se alguém duvidava de que o Brasil está tendo uma percepção relevante por parte dos estrangeiros, este é um argumento forte a favor. O que me deixa contente é o grau de pesquisa e interesse da equipe de produção em recriar o ambiente paulistano com detalhes, rejeitando estereótipos velhos de selvas e hispanohablantes (ao mesmo tempo em que reforça outros,  como os tiroteios cinematográficos ao estilo Cidade de Deus).

Isso me faz pensar que muitos outros países e povos são mal-representados. Não digo só dos países subdesenvolvidos, que é óbvio  que  eles merecem mais espaço. Muitos países considerados ricos não aparecem muito nos games. Quem conhece algum protagonista austríaco em qualquer jogo? Ucraniano? Neozelandês? Eu não.

Ao menos a Capcom apresentou-nos o Hakan, lutador turco, em Super Street Fighter IV. Agora falta um boxeador cubano, uma carateca holandesa, um wrestler do Senegal  e….  vamos ver… um argentino lutador de kung-fu!

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Se as editoras brasileira fossem pessoas- parte 2

OK, vou continuar aquele exercício de personificação das editoras de livros do Brasil.

Lembrando que não é minha intenção ofender nem bajular ninguém. É só a imagem que o catálogo e a apresentação editorial delas transmite a mim; não sou pago por editora nenhuma para escrever isto.

Podem discordar aqui nos comentários, com bom senso.

  • A Record é veterana. Conhece um bocado do Brasil e do mundo, sem ser pedante. Valoriza tanto o refinado e o popular.
  • A Rocco já fez muita coisa na vida, mas é  lembrada pelos mais novos por uma única façanha, aquela que parecia… mágica!  Ela está farta disso. Se não se mexer, vai ficar como aquelas bandas de um sucesso só.
  • A Brasiliense era bonachona, extrovertida, aplicada; sempre dava os toques para quem quisesse ajuda nos “primeiros passos”. Tinha um  jeitão brejeiro de interiorana. Mas agora ela sumiu sem deixar pista. Uma pena.
  • A Martin Claret tem boas intenções, mas vocês sabem como o ditado termina. Quem a conheceu pela primeira vez não ficou com uma boa impressão. Ela sabe que as decepcionou, e está tentando reconquistar a confiança delas.
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Foi tão difícil assim, Sega?

Não dei a mínima atenção ao anúncio de Sonic Generations (PS3, Xbox 360, Nintendo DS e PC), em abril deste ano. Para mim e muitos fãs, o ouriço azul tinha perdido o vigor dos tempos de Mega Drive, depois de uma sequência de jogos medíocres feitos pela Sega nos últimos anos.

A possibilidade de se jogar com tanto com o Sonic clássico quanto com o Sonic “radical” pós-Dreamcast  me parecia um engodo para aqueles que ainda tinham a esperança de um bom game e que ficaram frustrados com a jogabilidade dura de Sonic 4: Episode 1.

Mas confesso: o Sonic Team acertou em Generations. O game é uma viagem no tempo pelas aventuras passadas do ouriço. É possível jogar uma fase de cada game importante do Sonic, com ambas as versões dele.

Jogar com o Sonic gordinho (em side-scrolling) é tão fácil e simples quanto nos jogos 16-bit . A animação da corrida dele ficou perfeita com  o velho borrão avermelhado dos pés acelerando. As plataformas, obstáculos e inimigos das fases estão muito bem distribuídos.

Green Hill Moderna

Mesmo a versão nova do ouriço é agradável de se controlar. As fases do Sonic moderno (com a câmera por trás) não são tão lineares, onde o único trabalho do jogador é apertar o botão de correr. Elas possuem caminhos alternativos e lugares secretos para se explorar. Até mesmo alguns momentos 2D estão lá.

Os desafios (é necessário vencer três deles em cada mundo para acessar os chefes) são muito interessantes e as centenas de extras (músicas e ilustrações conceituais) espalhados pelas fases aumentam a vida útil do game.

O jogo pode viver demais do passado, mas tudo bem,  ele foi lançado para comemorar os 20 anos do personagem.

Pois bem, Sonic Generations é um ótimo game. Foi tão difícil assim, Sega?

Vocês ainda têm a manha.

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O dilema da nota do editor

Olá, gente, estou de volta.

Sempre fico na dúvida quando estou lendo um livro e aparece  um asterisco ao lado do nome de  alguma personalidade, evento histórico, local ou costume estrangeiro, indicando a  referência no rodapé: interromper o fluxo da leitura e ir direto ao pé da página ou prosseguir até chegar ao fim dela e  só aí ler a referência?

O que vocês fazem? Eu tento me segurar para não ir direto, mas sempre vou.

Ou vocês preferem quando o tradutor coloca a nota explicativa no corpo do texto, para não haver interrupção da leitura, adicionando o que não era preciso no texto original?

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